O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), afirmou hoje que será concluído em abril um Plano de Desenvolvimento Social da Mouraria, que envolve um total de 18 entidades, entre autarquias, colectividades e instituições de solidariedade social.
“Estou convencido de que, se agirmos todos articuladamente, conseguiremos inverter a tendência daquele eixo”, disse António Costa, numa reunião de Câmara descentralizada na Mouraria, relativa a várias freguesias, onde alguns moradores apontaram problemas na zona, sobretudo no Intendente e na Almirante Reis.
Prostituição, insegurança e a falta de limpeza foram as principais situações referidas.
António Costa sublinhou que o plano de desenvolvimento social pretende fazer com que a intervenção naquela área não se limite à reabilitação de imóveis (como os edifícios para onde irão o Alto Comissariado para a Imigração e o gabinete da presidente camarário) ou a outras medidas de caráter físico, como a instalação de videovigilância, ainda rejeitada pela Comissão Nacional de Proteção de Dados.
O município tem também encerrado alguns estabelecimentos que acolhem prostituição, uma iniciativa nem sempre bem sucedida – na semana passada, por exemplo, a Câmara foi notificada de uma decisão judicial, da qual a autarquia recorreu, que manda reabrir uma delas.
O presidente admitiu, contudo, que “quando se fecha uma pensão no Intendente, essa pensão vai reabrir noutro local”.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Visitas Guiadas pela Mouraria

Convidamo-lo a ler a excelente reportagem inserida no site LifeCooler, sobre as visitas guiadas na Mouraria.
http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?art=12300&rev=2&artini=12300
http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?art=12300&rev=2&artini=12300
Depois venha connosco conhecer este bairro secular.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Notícias
Continuam as Visitas ao Museu Berardo
Quatro turmas da Escola 75 visitaram já em Janeiro de 2011 a exposição do Museu Berardo " Tinta nos Nervos ", no âmbito da parceria " da Mouraria ao Museu, do Museu à Mouraria", tendo sido transportadas gratuitamente pela Carris.
http://www.museuberardo.com/Files/MCB_TintaNosNervos.pdf
Parceria com o CAOMIO - Centro de Apoio à Mulher da Obra Social das Irmãs Oblatas, permite trazer um dia diferente às utentes do centro, levando-as ao Museu Berardo a ver as novas exposições, e traz técnicos do museu ao centro numa nova perspectiva de abordagem da cultura e da criatividade.
Sabia que os jornais Chineses são editados na Mouraria?
Os dois periódicos mais lidos pela comunidade chinesa de Lisboa são editados na Mouraria.
Mais um motivo de orgulho para este bairro secular e multicultural.
Pu Hua Bao - Jornal Sino- Europe Weekly Portugal
http://www.puhuabao.com/
Pu Xin Bao
http://pt.eulam.com http://www.eulam.com/
É publicado conjuntamente com Hua Xin Bao- Periodico Chino (Espanha)
Mais um motivo de orgulho para este bairro secular e multicultural.
Pu Hua Bao - Jornal Sino- Europe Weekly Portugal
http://www.puhuabao.com/
Pu Xin Bao
http://pt.eulam.com http://www.eulam.com/
É publicado conjuntamente com Hua Xin Bao- Periodico Chino (Espanha)
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Prédio em Ruinas na Mouraria ameaça transeuntes

O prédio na Rua João do Outeiro 31 a 37 tem vindo a esboroar-se aos poucos. No final de Dezembro caiu mais um pouco do reboco exterior que quase atingiu moradores que passavam nessa altura na rua estreita onde se situa.
Esta situação arrasta-se desde 2008. Foi pedida uma intervenção rápida da Cãmara que se espera a todo o momento, porque à medida que as chuvas de inverno o fustigam a situação em que se encontra vai piorando de dia para dia sobressaltando todos os que ali passam.
O prédio pertence a um proprietário privado.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Natal Luso Chinês na Mouraria

No sábado dia 11 de Dezembro realizou-se a 1ª Festa de Natal Luso Chinesa na colectividade Amigos do Minho na Rua do Benformoso, organizada pelo Movimento Viagem para o Ocidente.
Estiveram presentes cerca de 53 pessoas. Entre elas a Escola Chinesa dos Anjos, a Ass. Portuguesa de Kung Fu, o Padre Nuno Tavares da Paróquia do Socorro, técnicos do QREN Mouraria, da Rede de Intervenção Familiar, e da Comissão de Protecção à Infãncia e Juventude.
Houve animação com Karaoke, Baile e apresentação do espectáculo de Flamenco e Sevilhanas pelo Grupo de Dança ROSAS FLAMENCAS que se associou à festa
Arrancou Plano Desenvolvimento Social da Mouraria

Depois da 1ª reunião multilateral organizada pela Ass. Renovar a Mouraria, com o intuito dos diversos intervenientes que fazem intervenção na àrea social no bairro da Mouraria se conhecessem entre si, no espaço do CAOMIO, seguiram-se até à data mais três reuniões, do que se veio a chamar por sugestão do Director Municipal de Acção Social, Dr. João Meneses, o Plano de Desenvolvimento Social da Mouraria.
Ainda em gestação o PDSM é composto por membros da Ass. Renovar a Mouraria, Irmãs Oblatas, Centro em Movimento, Contacto Cultural, Médicos do Mundo, Acidi, Irmâs Adoradoras,Crescer na Maior,Santa Casa da Mesiricórdia de Lisboa, Lisboa Encruzilhada de Mundos, Juntas de Freguesia do Socorro, São Cristóvão e São Lourenço, Sta Justa, e Anjos, Unidade Projecto da Mouraria, Qren Mouraria, e Dep Acção Social da Cãmara Municipal de Lisboa.
A caminho da quarta reunião em Janeiro, novos membros que actuam na zona irão entrando e juntando-se a este grande movimento social em rede, que no novo ano irá trabalhar no terreno.
A caminho da quarta reunião em Janeiro, novos membros que actuam na zona irão entrando e juntando-se a este grande movimento social em rede, que no novo ano irá trabalhar no terreno.
Começaram as intervenções arqueológicas que precedem o inicio do Plano QREN

Começaram na passada semana as intervenções arqueológicas que precedem a intervenção do Plano QREN Mouraria que deverá arrancar entre Janeiro e Março de 2011.
Estão a ser feitas escavações um pouco por todo o bairro.
Na frente e nas traseiras da Igreja de São Cristóvão, foram encontradas ossadas de enterramentos feitos há 400 anos
Começaram a ser feitas escavações no Largo do Intendente.
EPUL Martim Moniz - Novo centro de Saúde em perspectiva

Recomeçaram as obras da Epul no Martim Moniz.
Duração prevista da obra: 15 meses
130 fogos em construção.
48 vendidos. Os outros estão disponiveis.
Torre do Jogo da Pela vai ser recuperada.
Está prevista a instalação do Novo Centro de Saúde para 18000 habitantes que servirá a população da zona em redor.
Prevê-se também a instalação de um novo quartel de Bombeiros no terreno existente e que ainda não foi objecto de nenhuma intervenção.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Concurso Há Fado na Mouraria - 1 Dezembro Teatro da Trindade
O Teatro da Trindade foi pequeno para tanta gente.Se a DIAMANTINA encantou com o seu charme e o seu profissionalismo, a noite da 1ª Gala de Fado " Há fado na Mouraria " brilhou com a qualidade das 15 vozes a concurso, e completou-se com a apresentação dos Fadistas convidados: Ruca Fernandes, e ARTUR BATALHA.
Na Gala final deste Concurso, o Júri constituído por José Manuel Osório (fadista e investigador), Luís Penedo (presidente da Academia da Guitarra Portuguesa e do Fado), Sara Pereira (directora do Museu do Fado), José Pracana (músico de investigador na área do fado), Hélder Moutinho (músico e produtor) e João Madeira (músico e membro da Associação Renovar a Mouraria) decidiu a atribuição dos prémios a:
1.º Lugar – Carmo Moniz Pereira
2.º Lugar – Marta Rosa
3.º Lugar – Nádia Leirião
Menção Honrosa para a melhor letra inédita – Tiago Torres da Silva com a letra “O lado bom do pecado”.
Parabéns aos vencedores e a todos os outros finalistas e letristas.
Veja tudo no BLOG: http://hafadonamouraria.wordpress.com/
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Rosa Maria no Time Out de Quarta 3 de Novembro
Não se vê bem a imagem mas assim aumenta a curiosidadeO Rosa Maria foi notícia. Disse-se que é o Jornal da Mouraria.
E é mesmo.
Caro vizinho, contamos consigo para dar a conhecer a Mouraria e as suas histórias
Envie textos ou fotografias para o seu jornal trimestral:
rosamaria@renovaramouraria.pt
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Novidades da Mouraria
António Costa vai mudar o seu gabinete de trabalho para o Largo do Intendente
A revelação provocou sorrisos na sala de reuniões camarárias, que ontem à tarde acolheu a sessão plenária do executivo, também aberta ao público e a primeira após as férias: António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, vai instalar o seu gabinete de trabalho no Largo do Intendente.
A novidade foi revelada pelo próprio líder, num contexto em que recordou o seu programa eleitoral, segundo o qual o eixo Baixa-Praça do Chile, partindo do Martim Moniz e acabando na Almirante Reis, é prioritário para o seu executivo. Outra prioridade: o Largo do Intendente tem de ser revitalizado, porque é rico e deve ser fruído por todos os lisboetas.
A mudança do gabinete de trabalho de Costa para esta última área poderia inserir-se já no processo de descentralização que é sugerido no estudo para um novo modelo de governação da cidade, encomendado pela Câmara de Lisboa ao Instituto Superior e Economia e Gestão, no qual se avaliam propostas de reforma administrativa e que avança propostas de descentralização de serviços camarários e de delegação de competências para as juntas de freguesia. Um primeiro passo já tinha sido dado ao instituir as reuniões camarárias descentralizadas, por grupos de freguesias.
António Costa tentou igualmente inserir a sua mudança no contexto da requalificação urbana, dando destaque ao processo em curso no espaço público da Mouraria, que também passará pelo Intendente. "Se a minha presença aqui, por ano e meio ou dois, ajudar, então melhor", sublinhou o presidente, que, ao alertar que a resolução dos problemas de criminalidade na zona tem de ser vista como um todo, defendia também os méritos da videovigilância para aquele eixo da cidade. A proposta de instalação de câmaras foi aprovada ontem, com abstenções do PSD e do vereador Nunes da Silva, dos Cidadãos por Lisboa, e votos contra do PCP e do independente Sá Fernandes. A mesma proposta seguirá agora para a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) emitir parecer.
Mesmo que tenha dado razão ao vereador do PSD Pedro Santana Lopes - que "pediu prudência" no processo, para que os moradores "não sejam estigmatizados" -, António Costa disse não ser apologista da invasão da privacidade, mas sustentou que o sistema é dissuasor, uma ferramenta para a polícia, e ao mesmo tempo contribuirá para a melhorar o sentimento de segurança. O projecto prevê a instalação de 50 câmaras, sucedendo a outro que foi chumbado pela CNPD, que rejeitou a anterior proposta da Junta de Freguesia de São Nicolau.
Sobre o policiamento Costa disse ainda que há diálogo com a PSP para a reestruturação e relocalização da sua 1.ª Divisão, com a cedência do edifício do Palácio da Folgosa, na Rua da Palma, e a nova localização da esquadra da PSP no Bairro Alto.
CML confiante no sistema de videovigilância aprovado ontem para a Baixa, Martim Moniz e Intendente.
"Entendeu-se que o assunto deveria ser puxado para a própria câmara para apresentar uma proposta conjunta com o Ministério da Administração Interna", disse à Lusa o vereador responsável pela área, Manuel Brito, explicando que a proposta abrange o eixo Baixa/Praça do Chile, incluindo a zona do Intendente.
Manuel brito sublinhou que a proposta, que será discutida na quarta feira na reunião de câmara, integra uma série de estudos e pareceres, entre eles o da PSP e da Associação de Turismo de Lisboa, e um abaixo assinado dos comerciantes da Praça da Figueira.
"Há muita expetativa dos moradores, comerciantes e dos próprios relatórios da criminalidade das zonas abrangidas", afirmou Manuel brito, realçando que, segundo o estudo elaborado em conjunto com a Universidade Lusófona 77 por cento dos comerciantes da Baixa já foram alvo de vandalismo ou assalto.
Este trabalho da Lusófona indica ainda, segundo Manuel Brito, que 95 por cento dos comerciantes das zonas abrangidas são favoráveis à videovigilância e mais de 60 por cento considera que as câmaras tornariam a Baixa num local mais seguro.
Ao todo são 50 câmaras de videovigilância espalhadas por 10 freguesias da Baixa, Restauradores, Martim Moniz, Intendente e na Rua Barros Queiroz(que une o Martim Moniz ao Teatro Dona Maria II), esta última sugerida pelo Conselho Municipal de Segurança.
"Quer pelas estatísticas das autoridades policiais, quer pela própria perceção de insegurança das pessoas, torna-se necessário, do nosso ponto de vista, um sistema deste género", afirmou o responsável.
"Há sempre uma fronteira delicada entre segurança e a liberdade individual dos cidadãos. É delicado (...), mas estamos convencidos de que passará, tanto mais que já foi aprovado o sistema de videovigilância no Bairro Alto", acrescentou.
O ano passado a Comissão Nacional de Protecção de Dados rejeitou a proposta da junta de freguesia de S. Nicolau para instalar um sistema de videovigilância na Baixa, considerando que não tinha ficado demonstrado que contribuiria para combater o sentimento de insegurança.
A revelação provocou sorrisos na sala de reuniões camarárias, que ontem à tarde acolheu a sessão plenária do executivo, também aberta ao público e a primeira após as férias: António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, vai instalar o seu gabinete de trabalho no Largo do Intendente.
A novidade foi revelada pelo próprio líder, num contexto em que recordou o seu programa eleitoral, segundo o qual o eixo Baixa-Praça do Chile, partindo do Martim Moniz e acabando na Almirante Reis, é prioritário para o seu executivo. Outra prioridade: o Largo do Intendente tem de ser revitalizado, porque é rico e deve ser fruído por todos os lisboetas.
A mudança do gabinete de trabalho de Costa para esta última área poderia inserir-se já no processo de descentralização que é sugerido no estudo para um novo modelo de governação da cidade, encomendado pela Câmara de Lisboa ao Instituto Superior e Economia e Gestão, no qual se avaliam propostas de reforma administrativa e que avança propostas de descentralização de serviços camarários e de delegação de competências para as juntas de freguesia. Um primeiro passo já tinha sido dado ao instituir as reuniões camarárias descentralizadas, por grupos de freguesias.
António Costa tentou igualmente inserir a sua mudança no contexto da requalificação urbana, dando destaque ao processo em curso no espaço público da Mouraria, que também passará pelo Intendente. "Se a minha presença aqui, por ano e meio ou dois, ajudar, então melhor", sublinhou o presidente, que, ao alertar que a resolução dos problemas de criminalidade na zona tem de ser vista como um todo, defendia também os méritos da videovigilância para aquele eixo da cidade. A proposta de instalação de câmaras foi aprovada ontem, com abstenções do PSD e do vereador Nunes da Silva, dos Cidadãos por Lisboa, e votos contra do PCP e do independente Sá Fernandes. A mesma proposta seguirá agora para a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) emitir parecer.
Mesmo que tenha dado razão ao vereador do PSD Pedro Santana Lopes - que "pediu prudência" no processo, para que os moradores "não sejam estigmatizados" -, António Costa disse não ser apologista da invasão da privacidade, mas sustentou que o sistema é dissuasor, uma ferramenta para a polícia, e ao mesmo tempo contribuirá para a melhorar o sentimento de segurança. O projecto prevê a instalação de 50 câmaras, sucedendo a outro que foi chumbado pela CNPD, que rejeitou a anterior proposta da Junta de Freguesia de São Nicolau.
Sobre o policiamento Costa disse ainda que há diálogo com a PSP para a reestruturação e relocalização da sua 1.ª Divisão, com a cedência do edifício do Palácio da Folgosa, na Rua da Palma, e a nova localização da esquadra da PSP no Bairro Alto.
CML confiante no sistema de videovigilância aprovado ontem para a Baixa, Martim Moniz e Intendente.
"Entendeu-se que o assunto deveria ser puxado para a própria câmara para apresentar uma proposta conjunta com o Ministério da Administração Interna", disse à Lusa o vereador responsável pela área, Manuel Brito, explicando que a proposta abrange o eixo Baixa/Praça do Chile, incluindo a zona do Intendente.
Manuel brito sublinhou que a proposta, que será discutida na quarta feira na reunião de câmara, integra uma série de estudos e pareceres, entre eles o da PSP e da Associação de Turismo de Lisboa, e um abaixo assinado dos comerciantes da Praça da Figueira.
"Há muita expetativa dos moradores, comerciantes e dos próprios relatórios da criminalidade das zonas abrangidas", afirmou Manuel brito, realçando que, segundo o estudo elaborado em conjunto com a Universidade Lusófona 77 por cento dos comerciantes da Baixa já foram alvo de vandalismo ou assalto.
Este trabalho da Lusófona indica ainda, segundo Manuel Brito, que 95 por cento dos comerciantes das zonas abrangidas são favoráveis à videovigilância e mais de 60 por cento considera que as câmaras tornariam a Baixa num local mais seguro.
Ao todo são 50 câmaras de videovigilância espalhadas por 10 freguesias da Baixa, Restauradores, Martim Moniz, Intendente e na Rua Barros Queiroz(que une o Martim Moniz ao Teatro Dona Maria II), esta última sugerida pelo Conselho Municipal de Segurança.
"Quer pelas estatísticas das autoridades policiais, quer pela própria perceção de insegurança das pessoas, torna-se necessário, do nosso ponto de vista, um sistema deste género", afirmou o responsável.
"Há sempre uma fronteira delicada entre segurança e a liberdade individual dos cidadãos. É delicado (...), mas estamos convencidos de que passará, tanto mais que já foi aprovado o sistema de videovigilância no Bairro Alto", acrescentou.
O ano passado a Comissão Nacional de Protecção de Dados rejeitou a proposta da junta de freguesia de S. Nicolau para instalar um sistema de videovigilância na Baixa, considerando que não tinha ficado demonstrado que contribuiria para combater o sentimento de insegurança.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
La Mouraria

La Mouraria es un barrio lisboeta debe su nombre al hecho de que D. Afonso Henriques, después del cerco de Lisboa, confinara en una zona de la ciudad a los musulmanes.
Fue en este barrio donde continuaron viviendo los musulmanes tras la reconquista Cristiana. El dolor y la melancolía de sus cánticos pueden ser, según las teorías de algunos historiadores, el origen del fado.
De trazado similar al de Alfama, Mouraria es un laberinto de calles que suben desde la Plaza de Martim Moniz hacia el castillo de San Jorge Actualmente su población es multiétnica, pluricultural y multilingüe.
Conserva antiguas tradiciones y costumbres, como la marcha tradicional de San Antonio o la procesión de Nuestra Señora de la Salud.
Barrio de recuerdos musulmanes y cuna del Fado. En la Rua do Capelão, vivió en el siglo XIX la más famosa cantante de Fados, la Severa. El poeta portugués Luís Vaz de Camões también vivió en este barrio.
A Mouraria vista através das palavras de alguêm que muito a ama
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Concurso “Há Fado na Mouraria - Prémio Maria Severa”

Precisam-se Novas vozes e poemas, futuros clássicos do Fado!
A Associação Renovar a Mouraria convida fadistas escondidos em tascas e vielas a revelarem ao mundo o seu valor e a darem novos fados ao Fado.
A Associação Renovar a Mouraria convida fadistas escondidos em tascas e vielas a revelarem ao mundo o seu valor e a darem novos fados ao Fado.
Para concorrer basta trazer uma letra original e ser fadista amador.
mais informações: 922 191 892
Fado a Património Cultural da Humanidade

A apresentação da candidatura do Fado a Património Cultural Imaterial da Humanidade junto da UNESCO foi aprovada por unanimidade na reunião do executivo camarário, de 12 de Maio. O documento prevê sensibilizar os demais órgãos de soberania, bem como outras instituições públicas e privadas, para a importância desta candidatura.
A candidatura, que será agora submetida à aprovação da Assembleia Municipal e posteriormente enviada à organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) até 31 de Agosto, foi desenvolvida pela EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural. O resultado da candidatura será conhecido até Setembro de 2011.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Realizou-se Curso de Português para Estrangeiros
Visitas Guiadas

13 de Março - Visita Guiada à Mouraria na Freg do Socorro
com final nos Amigos do Minho seguido de Milonga e petiscos
24 de Abril - Visita guiada ao património azulejar da Mouraria
em parceria com o Museu da Policia Judiciária
1 de Maio - Visita ao bairro de um grupo de 25 jovens oriundos
de diversos paises da Europa em parceria com a Ass. Cidadania e Vida
Tema: Exemplos do movimento associativo no bairro
6 de Maio - Visita a diversas instituições sociais do bairro.
Organizada pela RIF ( Rede de Intervenção Familiar )
Em movimento

Museu Berardo recebe 35 crianças
da Creche Pró Infância da Mouraria
No dia 26 de Abril, trinta e cinco meninos entre os 5 e 6 anos deslocaram-se ao Museu Berardo de camioneta, para verem ( e mexerem ) a exposição de Joana Vasconcelos, patente neste espaço.
Durante duas horas educadoras e uma mamã do Bangladesh, trajada a rigor, sonharam e divertiram-se na exposição vendo o prazer dos seus meninos, deslumbrados com tudo o que viram durante a visita.
Foi o início feliz do que será a parceria do Projecto Berardo ao longo destes próximos 3 anos, consubstanciada na frase " da Mouraria ao Museu, do Museu à Mouraria" que trará uma vida nova ao bairro ao longo de 3 anos, já que este projecto se dirige a crianças, jovens e idosos.
Outras actividades
22 de Abril - ARM presente no Workshop
" Gestão das Organizações Sociais e Culturais " na Fundação Caloute Gulbenkian
" Gestão das Organizações Sociais e Culturais " na Fundação Caloute Gulbenkian
21 de Abril - ARM presente nos Dias do Desenvolvimento
no Centro de Congressos de Lisboa
16 de Abril - Projecto Contabandistas conta contos
no espaço Intervir de São Cristóvão
6 de Abril -três Intervenções em Directo para a Rádio SIM
do Grupo Rádio Renascença
27 de Março - Ronda das Tascas na Mouraria

20 de Março - Operação Limpar a Mouraria integrado no Limpar Portugal
Ai Intendente !
" Bairro dos Anjos é uma bomba atómica"
O problema maior do bairro dos Anjos é o abandono a que foi votado pela Câmara Municipal de Lisboa. A denúncia é de Marina Tavares Dias, olissipógrafa e autora de vários livros sobre Lisboa, que não se espanta com a derrocada da Vila Martins. "O bairro dos Anjos é uma bomba atómica" porque tem muitas "casas desocupadas e em mau estado que são ocupadas por uma população flutuante, de toxicodependentes, que ali pernoita", disse ao DN.
Com a demolição do Casal Ventoso, os toxicodependentes e traficantes deslocaram-se para o bairro dos Anjos e zonas limítrofes. "Houve uma preocupação de limpeza estética sem resolver os problemas sociais", diz.
Segundo um levantamento feito pelos Cidadãos por Lisboa, em 2009 existiam 72 edifícios devolutos no bairro dos Anjos - uns total, outros parcialmente. Era o caso da Vila Martins, um conjunto de casas no aproveitamento do declive acentuado que leva ao miradouro da Senhora do Monte. Três estavam habitadas, outras eram ocupadas por toxicodependentes - relatam os vizinhos e admitiu o vereador da Protecção Civil.
"É espantoso que não aconteçam mais casos, como incêndios em casas devolutas ou a derrocada de vários edifícios em risco", diz Marina Tavares Dias lançando críticas à autarquia que, em 2003, anunciou a reabilitação do Intendente - "que é um bairro com um potencial turístico excepcional, pela qualidade de edifícios em termos históricos e patrimoniais" - e não o fez. Mais. "A recuperação do Intendente foi chutada para o Orçamento Participativo do ano passado como se pudesse ser comparável com um cinema", aponta.
in DN por MARINA ALMEIDA
Por causa disso temos neste momento nesta zona toda uma imensa população toxicodependente/traficante que vive espalhada um pouco por todo o território, vivendo em condições infrahumanas.
A PSP vai fazendo operações de cosmética como a do último dia 6 de Maio, que reduzem o problema. Tem também sido tapadas entradas de casas ocupadas por toxicodependentes, e tem havido uma maior fiscalização, mas enquanto não houver mais intervenção social, não se vai conseguir resolver este problema.
Espera-se que o início da intervenção do plano QREN no Intendente e na Mouraria, no início de 2011 traga uma nova esperança a toda esta zona.
Assim se encontra o interior do Palácio da Rosa
Implantado na Mouraria, o Palácio da Rosa assenta sobre a casa nobre quinhentista que pertenceu a Luís de Brito Nogueira, senhor dos morgados de S. Lourenço, em Lisboa, e de S.to Estevão, em Beja. Por casamento, o Palácio entra para a casa dos Viscondes de Vila Nova da Cerveira, e Marqueses de Ponte de Lima, título outorgado ao 14.º Visconde. Igualmente por casamento, entra para os bens dos Marqueses de Castelo Melhor. Destruído quase na totalidade pelo Terramoto, foi reedificado no Séc. XVIII.
Neste momento pertence ao Grupo Hoteleiro Olissibona, que pretende transformar este palácio em hotel de charme, e espaço para eventos de diversa natureza, que em princípio poderá estar pronto em 2014.
O Palácio tem sido sucessivamente vandalizado e pilhado, tenso sido roubados e danificados quase todos os paineis de azulejos que ali existiram malgrado os esforços da Cãmara e dos actuais donos em tentar proteger este espaço.


terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Movimento para a renovação da Mouraria lançou bases para a desejada requalificação
Por Carlos Filipe in Jornal Público de 8 de Fevereiro 2010
Associação Renovar a Mouraria faz voluntariado para a população do alto de um quinto andar e garante que o bairro não é mais inseguro do que qualquer outra zona da cidade lisboeta
Inês Andrade é formadora de professores, Nuno Franco está desempregado. Ambos habitam na Mouraria, bairro ao qual cedem horas em prol de uma população multicultural desfavorecida como não há igual em Lisboa. Esta zona degradada da cidade aguarda por uma transformação que promete mudar a sua face obscura. É por isso que lutam, quando há dois anos lideraram um movimento que se organizou na associação sociocultural Renovar a Mouraria.
Há gente um pouco de todo o lado. "Até do Porto", dizem Inês e Nuno, orgulhosos. Em busca de informações e dos mais variados tipos de ajuda, muitos moradores do bairro acedem a pé, a custo, à sede da associação, num alto quinto andar na Rua da Mouraria, com vista desafogada para o Martim Moniz.
Parte do bairro vai ser objecto de requalificação. O projecto, aprovado pela câmara e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, orça em sete milhões de euros, metade dos quais inscritos no Quadro de Referência Estratégico Nacional. É o que anima os voluntários, que sempre trabalharam com esse objectivo. Há dois anos, assim que o presidente da autarquia aceitou o desafio, travaram uma petição que tinha como primeiro destinatário o Presidente da República. O texto, que ainda recolheu quatro mil adesões, chamava a atenção para essa "pérola" no centro de Lisboa, "abandonada, suja, degradada, moralmente abatida, em nada contribuindo para a fotografia do turista que passa", mas que "pela sua história, localização, beleza e diversidade" apresenta "um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar."
Criar emprego
O projecto A Mouraria - As Cidades Dentro da Cidade, desenvolvido em parceria pela câmara, a associação Casa da Achada, a EPUL e o Instituto da Droga e Toxicodependência, é para a Renovar a Mouraria motivo de orgulho. Inês e Nuno fazem uma pausa, olham-se e concordam: "Pressionámos um bocado, mas conseguimos. Estamos no terreno, ouvimos e sentimos a população. E a verdade é que fomos ouvidos. As ideias que transmitimos têm criado uma espécie de bola de neve."
A intervenção no espaço público mudará a face do bairro na Rua do Capelão, desde o Largo da Achada até ao Largo do Intendente. "Somos parceiros de dinamização sociocultural", assume Nuno Franco, que destaca as infra-estruturas para jovens e idosos, como complemento para ocupação dos tempos livres. "Mas há também o espaço para a indústria criativa, mais tarde um espaço museológico como a casa-museu da Severa", acrescenta Inês Andrade, enfatizando a tradição fadista do bairro. "O projecto ajudará a mudar a imagem do bairro, melhorará a auto-estima das pessoas, e o trabalho com as crianças poderá ter efeitos mais imediatos", nota Nuno Franco.
Os responsáveis associativos consideram "um mito" a insegurança no bairro. "É estigmatizante, apenas. Não me sinto mais insegura que em qualquer outra zona de Lisboa. O Intendente é apenas uma pequena parcela do bairro", justifica Inês Andrade. "Não há insegurança, há prostituição e algumas pessoas que se dedicam ao tráfico de droga", atira Nuno Franco, que sublinha o papel do IDT no projecto.
"É preciso ver que há gente em grandes dificuldades sociais. Mas essa parte não é da nossa competência. Achamos é que há condições para a criação de emprego, assim que a imagem do bairro seja transformada. O turismo poderá ajudar, pois propiciará a criação de novos espaços comerciais", antevê Nuno Franco.
"Se o projecto for bem sucedido, e temos razões para crer que sim, pois nem há sinais de atrasos, devendo avançar para concurso público em 2011, será de apostar na valorização do sector das artes e ofícios", corrobora Inês Andrade, que remata: "Poderemos ter uma infinidade de ateliers, já que o bairro tem muitas potencialidades. Resta saber como aproveitá-las, sem estragar a Mouraria."
Por Carlos Filipe in Jornal Público de 8 de Fevereiro 2010
Associação Renovar a Mouraria faz voluntariado para a população do alto de um quinto andar e garante que o bairro não é mais inseguro do que qualquer outra zona da cidade lisboeta
Inês Andrade é formadora de professores, Nuno Franco está desempregado. Ambos habitam na Mouraria, bairro ao qual cedem horas em prol de uma população multicultural desfavorecida como não há igual em Lisboa. Esta zona degradada da cidade aguarda por uma transformação que promete mudar a sua face obscura. É por isso que lutam, quando há dois anos lideraram um movimento que se organizou na associação sociocultural Renovar a Mouraria.
Há gente um pouco de todo o lado. "Até do Porto", dizem Inês e Nuno, orgulhosos. Em busca de informações e dos mais variados tipos de ajuda, muitos moradores do bairro acedem a pé, a custo, à sede da associação, num alto quinto andar na Rua da Mouraria, com vista desafogada para o Martim Moniz.
Parte do bairro vai ser objecto de requalificação. O projecto, aprovado pela câmara e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, orça em sete milhões de euros, metade dos quais inscritos no Quadro de Referência Estratégico Nacional. É o que anima os voluntários, que sempre trabalharam com esse objectivo. Há dois anos, assim que o presidente da autarquia aceitou o desafio, travaram uma petição que tinha como primeiro destinatário o Presidente da República. O texto, que ainda recolheu quatro mil adesões, chamava a atenção para essa "pérola" no centro de Lisboa, "abandonada, suja, degradada, moralmente abatida, em nada contribuindo para a fotografia do turista que passa", mas que "pela sua história, localização, beleza e diversidade" apresenta "um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar."
Criar emprego
O projecto A Mouraria - As Cidades Dentro da Cidade, desenvolvido em parceria pela câmara, a associação Casa da Achada, a EPUL e o Instituto da Droga e Toxicodependência, é para a Renovar a Mouraria motivo de orgulho. Inês e Nuno fazem uma pausa, olham-se e concordam: "Pressionámos um bocado, mas conseguimos. Estamos no terreno, ouvimos e sentimos a população. E a verdade é que fomos ouvidos. As ideias que transmitimos têm criado uma espécie de bola de neve."
A intervenção no espaço público mudará a face do bairro na Rua do Capelão, desde o Largo da Achada até ao Largo do Intendente. "Somos parceiros de dinamização sociocultural", assume Nuno Franco, que destaca as infra-estruturas para jovens e idosos, como complemento para ocupação dos tempos livres. "Mas há também o espaço para a indústria criativa, mais tarde um espaço museológico como a casa-museu da Severa", acrescenta Inês Andrade, enfatizando a tradição fadista do bairro. "O projecto ajudará a mudar a imagem do bairro, melhorará a auto-estima das pessoas, e o trabalho com as crianças poderá ter efeitos mais imediatos", nota Nuno Franco.
Os responsáveis associativos consideram "um mito" a insegurança no bairro. "É estigmatizante, apenas. Não me sinto mais insegura que em qualquer outra zona de Lisboa. O Intendente é apenas uma pequena parcela do bairro", justifica Inês Andrade. "Não há insegurança, há prostituição e algumas pessoas que se dedicam ao tráfico de droga", atira Nuno Franco, que sublinha o papel do IDT no projecto.
"É preciso ver que há gente em grandes dificuldades sociais. Mas essa parte não é da nossa competência. Achamos é que há condições para a criação de emprego, assim que a imagem do bairro seja transformada. O turismo poderá ajudar, pois propiciará a criação de novos espaços comerciais", antevê Nuno Franco.
"Se o projecto for bem sucedido, e temos razões para crer que sim, pois nem há sinais de atrasos, devendo avançar para concurso público em 2011, será de apostar na valorização do sector das artes e ofícios", corrobora Inês Andrade, que remata: "Poderemos ter uma infinidade de ateliers, já que o bairro tem muitas potencialidades. Resta saber como aproveitá-las, sem estragar a Mouraria."
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