António Costa vai mudar o seu gabinete de trabalho para o Largo do Intendente
A revelação provocou sorrisos na sala de reuniões camarárias, que ontem à tarde acolheu a sessão plenária do executivo, também aberta ao público e a primeira após as férias: António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, vai instalar o seu gabinete de trabalho no Largo do Intendente.
A novidade foi revelada pelo próprio líder, num contexto em que recordou o seu programa eleitoral, segundo o qual o eixo Baixa-Praça do Chile, partindo do Martim Moniz e acabando na Almirante Reis, é prioritário para o seu executivo. Outra prioridade: o Largo do Intendente tem de ser revitalizado, porque é rico e deve ser fruído por todos os lisboetas.
A mudança do gabinete de trabalho de Costa para esta última área poderia inserir-se já no processo de descentralização que é sugerido no estudo para um novo modelo de governação da cidade, encomendado pela Câmara de Lisboa ao Instituto Superior e Economia e Gestão, no qual se avaliam propostas de reforma administrativa e que avança propostas de descentralização de serviços camarários e de delegação de competências para as juntas de freguesia. Um primeiro passo já tinha sido dado ao instituir as reuniões camarárias descentralizadas, por grupos de freguesias.
António Costa tentou igualmente inserir a sua mudança no contexto da requalificação urbana, dando destaque ao processo em curso no espaço público da Mouraria, que também passará pelo Intendente. "Se a minha presença aqui, por ano e meio ou dois, ajudar, então melhor", sublinhou o presidente, que, ao alertar que a resolução dos problemas de criminalidade na zona tem de ser vista como um todo, defendia também os méritos da videovigilância para aquele eixo da cidade. A proposta de instalação de câmaras foi aprovada ontem, com abstenções do PSD e do vereador Nunes da Silva, dos Cidadãos por Lisboa, e votos contra do PCP e do independente Sá Fernandes. A mesma proposta seguirá agora para a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) emitir parecer.
Mesmo que tenha dado razão ao vereador do PSD Pedro Santana Lopes - que "pediu prudência" no processo, para que os moradores "não sejam estigmatizados" -, António Costa disse não ser apologista da invasão da privacidade, mas sustentou que o sistema é dissuasor, uma ferramenta para a polícia, e ao mesmo tempo contribuirá para a melhorar o sentimento de segurança. O projecto prevê a instalação de 50 câmaras, sucedendo a outro que foi chumbado pela CNPD, que rejeitou a anterior proposta da Junta de Freguesia de São Nicolau.
Sobre o policiamento Costa disse ainda que há diálogo com a PSP para a reestruturação e relocalização da sua 1.ª Divisão, com a cedência do edifício do Palácio da Folgosa, na Rua da Palma, e a nova localização da esquadra da PSP no Bairro Alto.
CML confiante no sistema de videovigilância aprovado ontem para a Baixa, Martim Moniz e Intendente.
"Entendeu-se que o assunto deveria ser puxado para a própria câmara para apresentar uma proposta conjunta com o Ministério da Administração Interna", disse à Lusa o vereador responsável pela área, Manuel Brito, explicando que a proposta abrange o eixo Baixa/Praça do Chile, incluindo a zona do Intendente.
Manuel brito sublinhou que a proposta, que será discutida na quarta feira na reunião de câmara, integra uma série de estudos e pareceres, entre eles o da PSP e da Associação de Turismo de Lisboa, e um abaixo assinado dos comerciantes da Praça da Figueira.
"Há muita expetativa dos moradores, comerciantes e dos próprios relatórios da criminalidade das zonas abrangidas", afirmou Manuel brito, realçando que, segundo o estudo elaborado em conjunto com a Universidade Lusófona 77 por cento dos comerciantes da Baixa já foram alvo de vandalismo ou assalto.
Este trabalho da Lusófona indica ainda, segundo Manuel Brito, que 95 por cento dos comerciantes das zonas abrangidas são favoráveis à videovigilância e mais de 60 por cento considera que as câmaras tornariam a Baixa num local mais seguro.
Ao todo são 50 câmaras de videovigilância espalhadas por 10 freguesias da Baixa, Restauradores, Martim Moniz, Intendente e na Rua Barros Queiroz(que une o Martim Moniz ao Teatro Dona Maria II), esta última sugerida pelo Conselho Municipal de Segurança.
"Quer pelas estatísticas das autoridades policiais, quer pela própria perceção de insegurança das pessoas, torna-se necessário, do nosso ponto de vista, um sistema deste género", afirmou o responsável.
"Há sempre uma fronteira delicada entre segurança e a liberdade individual dos cidadãos. É delicado (...), mas estamos convencidos de que passará, tanto mais que já foi aprovado o sistema de videovigilância no Bairro Alto", acrescentou.
O ano passado a Comissão Nacional de Protecção de Dados rejeitou a proposta da junta de freguesia de S. Nicolau para instalar um sistema de videovigilância na Baixa, considerando que não tinha ficado demonstrado que contribuiria para combater o sentimento de insegurança.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
La Mouraria

La Mouraria es un barrio lisboeta debe su nombre al hecho de que D. Afonso Henriques, después del cerco de Lisboa, confinara en una zona de la ciudad a los musulmanes.
Fue en este barrio donde continuaron viviendo los musulmanes tras la reconquista Cristiana. El dolor y la melancolía de sus cánticos pueden ser, según las teorías de algunos historiadores, el origen del fado.
De trazado similar al de Alfama, Mouraria es un laberinto de calles que suben desde la Plaza de Martim Moniz hacia el castillo de San Jorge Actualmente su población es multiétnica, pluricultural y multilingüe.
Conserva antiguas tradiciones y costumbres, como la marcha tradicional de San Antonio o la procesión de Nuestra Señora de la Salud.
Barrio de recuerdos musulmanes y cuna del Fado. En la Rua do Capelão, vivió en el siglo XIX la más famosa cantante de Fados, la Severa. El poeta portugués Luís Vaz de Camões también vivió en este barrio.
A Mouraria vista através das palavras de alguêm que muito a ama
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Concurso “Há Fado na Mouraria - Prémio Maria Severa”

Precisam-se Novas vozes e poemas, futuros clássicos do Fado!
A Associação Renovar a Mouraria convida fadistas escondidos em tascas e vielas a revelarem ao mundo o seu valor e a darem novos fados ao Fado.
A Associação Renovar a Mouraria convida fadistas escondidos em tascas e vielas a revelarem ao mundo o seu valor e a darem novos fados ao Fado.
Para concorrer basta trazer uma letra original e ser fadista amador.
mais informações: 922 191 892
Fado a Património Cultural da Humanidade

A apresentação da candidatura do Fado a Património Cultural Imaterial da Humanidade junto da UNESCO foi aprovada por unanimidade na reunião do executivo camarário, de 12 de Maio. O documento prevê sensibilizar os demais órgãos de soberania, bem como outras instituições públicas e privadas, para a importância desta candidatura.
A candidatura, que será agora submetida à aprovação da Assembleia Municipal e posteriormente enviada à organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) até 31 de Agosto, foi desenvolvida pela EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural. O resultado da candidatura será conhecido até Setembro de 2011.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Realizou-se Curso de Português para Estrangeiros
Visitas Guiadas

13 de Março - Visita Guiada à Mouraria na Freg do Socorro
com final nos Amigos do Minho seguido de Milonga e petiscos
24 de Abril - Visita guiada ao património azulejar da Mouraria
em parceria com o Museu da Policia Judiciária
1 de Maio - Visita ao bairro de um grupo de 25 jovens oriundos
de diversos paises da Europa em parceria com a Ass. Cidadania e Vida
Tema: Exemplos do movimento associativo no bairro
6 de Maio - Visita a diversas instituições sociais do bairro.
Organizada pela RIF ( Rede de Intervenção Familiar )
Em movimento

Museu Berardo recebe 35 crianças
da Creche Pró Infância da Mouraria
No dia 26 de Abril, trinta e cinco meninos entre os 5 e 6 anos deslocaram-se ao Museu Berardo de camioneta, para verem ( e mexerem ) a exposição de Joana Vasconcelos, patente neste espaço.
Durante duas horas educadoras e uma mamã do Bangladesh, trajada a rigor, sonharam e divertiram-se na exposição vendo o prazer dos seus meninos, deslumbrados com tudo o que viram durante a visita.
Foi o início feliz do que será a parceria do Projecto Berardo ao longo destes próximos 3 anos, consubstanciada na frase " da Mouraria ao Museu, do Museu à Mouraria" que trará uma vida nova ao bairro ao longo de 3 anos, já que este projecto se dirige a crianças, jovens e idosos.
Outras actividades
22 de Abril - ARM presente no Workshop
" Gestão das Organizações Sociais e Culturais " na Fundação Caloute Gulbenkian
" Gestão das Organizações Sociais e Culturais " na Fundação Caloute Gulbenkian
21 de Abril - ARM presente nos Dias do Desenvolvimento
no Centro de Congressos de Lisboa
16 de Abril - Projecto Contabandistas conta contos
no espaço Intervir de São Cristóvão
6 de Abril -três Intervenções em Directo para a Rádio SIM
do Grupo Rádio Renascença
27 de Março - Ronda das Tascas na Mouraria

20 de Março - Operação Limpar a Mouraria integrado no Limpar Portugal
Ai Intendente !
" Bairro dos Anjos é uma bomba atómica"
O problema maior do bairro dos Anjos é o abandono a que foi votado pela Câmara Municipal de Lisboa. A denúncia é de Marina Tavares Dias, olissipógrafa e autora de vários livros sobre Lisboa, que não se espanta com a derrocada da Vila Martins. "O bairro dos Anjos é uma bomba atómica" porque tem muitas "casas desocupadas e em mau estado que são ocupadas por uma população flutuante, de toxicodependentes, que ali pernoita", disse ao DN.
Com a demolição do Casal Ventoso, os toxicodependentes e traficantes deslocaram-se para o bairro dos Anjos e zonas limítrofes. "Houve uma preocupação de limpeza estética sem resolver os problemas sociais", diz.
Segundo um levantamento feito pelos Cidadãos por Lisboa, em 2009 existiam 72 edifícios devolutos no bairro dos Anjos - uns total, outros parcialmente. Era o caso da Vila Martins, um conjunto de casas no aproveitamento do declive acentuado que leva ao miradouro da Senhora do Monte. Três estavam habitadas, outras eram ocupadas por toxicodependentes - relatam os vizinhos e admitiu o vereador da Protecção Civil.
"É espantoso que não aconteçam mais casos, como incêndios em casas devolutas ou a derrocada de vários edifícios em risco", diz Marina Tavares Dias lançando críticas à autarquia que, em 2003, anunciou a reabilitação do Intendente - "que é um bairro com um potencial turístico excepcional, pela qualidade de edifícios em termos históricos e patrimoniais" - e não o fez. Mais. "A recuperação do Intendente foi chutada para o Orçamento Participativo do ano passado como se pudesse ser comparável com um cinema", aponta.
in DN por MARINA ALMEIDA
Por causa disso temos neste momento nesta zona toda uma imensa população toxicodependente/traficante que vive espalhada um pouco por todo o território, vivendo em condições infrahumanas.
A PSP vai fazendo operações de cosmética como a do último dia 6 de Maio, que reduzem o problema. Tem também sido tapadas entradas de casas ocupadas por toxicodependentes, e tem havido uma maior fiscalização, mas enquanto não houver mais intervenção social, não se vai conseguir resolver este problema.
Espera-se que o início da intervenção do plano QREN no Intendente e na Mouraria, no início de 2011 traga uma nova esperança a toda esta zona.
Assim se encontra o interior do Palácio da Rosa
Implantado na Mouraria, o Palácio da Rosa assenta sobre a casa nobre quinhentista que pertenceu a Luís de Brito Nogueira, senhor dos morgados de S. Lourenço, em Lisboa, e de S.to Estevão, em Beja. Por casamento, o Palácio entra para a casa dos Viscondes de Vila Nova da Cerveira, e Marqueses de Ponte de Lima, título outorgado ao 14.º Visconde. Igualmente por casamento, entra para os bens dos Marqueses de Castelo Melhor. Destruído quase na totalidade pelo Terramoto, foi reedificado no Séc. XVIII.
Neste momento pertence ao Grupo Hoteleiro Olissibona, que pretende transformar este palácio em hotel de charme, e espaço para eventos de diversa natureza, que em princípio poderá estar pronto em 2014.
O Palácio tem sido sucessivamente vandalizado e pilhado, tenso sido roubados e danificados quase todos os paineis de azulejos que ali existiram malgrado os esforços da Cãmara e dos actuais donos em tentar proteger este espaço.


terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Movimento para a renovação da Mouraria lançou bases para a desejada requalificação
Por Carlos Filipe in Jornal Público de 8 de Fevereiro 2010
Associação Renovar a Mouraria faz voluntariado para a população do alto de um quinto andar e garante que o bairro não é mais inseguro do que qualquer outra zona da cidade lisboeta
Inês Andrade é formadora de professores, Nuno Franco está desempregado. Ambos habitam na Mouraria, bairro ao qual cedem horas em prol de uma população multicultural desfavorecida como não há igual em Lisboa. Esta zona degradada da cidade aguarda por uma transformação que promete mudar a sua face obscura. É por isso que lutam, quando há dois anos lideraram um movimento que se organizou na associação sociocultural Renovar a Mouraria.
Há gente um pouco de todo o lado. "Até do Porto", dizem Inês e Nuno, orgulhosos. Em busca de informações e dos mais variados tipos de ajuda, muitos moradores do bairro acedem a pé, a custo, à sede da associação, num alto quinto andar na Rua da Mouraria, com vista desafogada para o Martim Moniz.
Parte do bairro vai ser objecto de requalificação. O projecto, aprovado pela câmara e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, orça em sete milhões de euros, metade dos quais inscritos no Quadro de Referência Estratégico Nacional. É o que anima os voluntários, que sempre trabalharam com esse objectivo. Há dois anos, assim que o presidente da autarquia aceitou o desafio, travaram uma petição que tinha como primeiro destinatário o Presidente da República. O texto, que ainda recolheu quatro mil adesões, chamava a atenção para essa "pérola" no centro de Lisboa, "abandonada, suja, degradada, moralmente abatida, em nada contribuindo para a fotografia do turista que passa", mas que "pela sua história, localização, beleza e diversidade" apresenta "um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar."
Criar emprego
O projecto A Mouraria - As Cidades Dentro da Cidade, desenvolvido em parceria pela câmara, a associação Casa da Achada, a EPUL e o Instituto da Droga e Toxicodependência, é para a Renovar a Mouraria motivo de orgulho. Inês e Nuno fazem uma pausa, olham-se e concordam: "Pressionámos um bocado, mas conseguimos. Estamos no terreno, ouvimos e sentimos a população. E a verdade é que fomos ouvidos. As ideias que transmitimos têm criado uma espécie de bola de neve."
A intervenção no espaço público mudará a face do bairro na Rua do Capelão, desde o Largo da Achada até ao Largo do Intendente. "Somos parceiros de dinamização sociocultural", assume Nuno Franco, que destaca as infra-estruturas para jovens e idosos, como complemento para ocupação dos tempos livres. "Mas há também o espaço para a indústria criativa, mais tarde um espaço museológico como a casa-museu da Severa", acrescenta Inês Andrade, enfatizando a tradição fadista do bairro. "O projecto ajudará a mudar a imagem do bairro, melhorará a auto-estima das pessoas, e o trabalho com as crianças poderá ter efeitos mais imediatos", nota Nuno Franco.
Os responsáveis associativos consideram "um mito" a insegurança no bairro. "É estigmatizante, apenas. Não me sinto mais insegura que em qualquer outra zona de Lisboa. O Intendente é apenas uma pequena parcela do bairro", justifica Inês Andrade. "Não há insegurança, há prostituição e algumas pessoas que se dedicam ao tráfico de droga", atira Nuno Franco, que sublinha o papel do IDT no projecto.
"É preciso ver que há gente em grandes dificuldades sociais. Mas essa parte não é da nossa competência. Achamos é que há condições para a criação de emprego, assim que a imagem do bairro seja transformada. O turismo poderá ajudar, pois propiciará a criação de novos espaços comerciais", antevê Nuno Franco.
"Se o projecto for bem sucedido, e temos razões para crer que sim, pois nem há sinais de atrasos, devendo avançar para concurso público em 2011, será de apostar na valorização do sector das artes e ofícios", corrobora Inês Andrade, que remata: "Poderemos ter uma infinidade de ateliers, já que o bairro tem muitas potencialidades. Resta saber como aproveitá-las, sem estragar a Mouraria."
Por Carlos Filipe in Jornal Público de 8 de Fevereiro 2010
Associação Renovar a Mouraria faz voluntariado para a população do alto de um quinto andar e garante que o bairro não é mais inseguro do que qualquer outra zona da cidade lisboeta
Inês Andrade é formadora de professores, Nuno Franco está desempregado. Ambos habitam na Mouraria, bairro ao qual cedem horas em prol de uma população multicultural desfavorecida como não há igual em Lisboa. Esta zona degradada da cidade aguarda por uma transformação que promete mudar a sua face obscura. É por isso que lutam, quando há dois anos lideraram um movimento que se organizou na associação sociocultural Renovar a Mouraria.
Há gente um pouco de todo o lado. "Até do Porto", dizem Inês e Nuno, orgulhosos. Em busca de informações e dos mais variados tipos de ajuda, muitos moradores do bairro acedem a pé, a custo, à sede da associação, num alto quinto andar na Rua da Mouraria, com vista desafogada para o Martim Moniz.
Parte do bairro vai ser objecto de requalificação. O projecto, aprovado pela câmara e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, orça em sete milhões de euros, metade dos quais inscritos no Quadro de Referência Estratégico Nacional. É o que anima os voluntários, que sempre trabalharam com esse objectivo. Há dois anos, assim que o presidente da autarquia aceitou o desafio, travaram uma petição que tinha como primeiro destinatário o Presidente da República. O texto, que ainda recolheu quatro mil adesões, chamava a atenção para essa "pérola" no centro de Lisboa, "abandonada, suja, degradada, moralmente abatida, em nada contribuindo para a fotografia do turista que passa", mas que "pela sua história, localização, beleza e diversidade" apresenta "um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar."
Criar emprego
O projecto A Mouraria - As Cidades Dentro da Cidade, desenvolvido em parceria pela câmara, a associação Casa da Achada, a EPUL e o Instituto da Droga e Toxicodependência, é para a Renovar a Mouraria motivo de orgulho. Inês e Nuno fazem uma pausa, olham-se e concordam: "Pressionámos um bocado, mas conseguimos. Estamos no terreno, ouvimos e sentimos a população. E a verdade é que fomos ouvidos. As ideias que transmitimos têm criado uma espécie de bola de neve."
A intervenção no espaço público mudará a face do bairro na Rua do Capelão, desde o Largo da Achada até ao Largo do Intendente. "Somos parceiros de dinamização sociocultural", assume Nuno Franco, que destaca as infra-estruturas para jovens e idosos, como complemento para ocupação dos tempos livres. "Mas há também o espaço para a indústria criativa, mais tarde um espaço museológico como a casa-museu da Severa", acrescenta Inês Andrade, enfatizando a tradição fadista do bairro. "O projecto ajudará a mudar a imagem do bairro, melhorará a auto-estima das pessoas, e o trabalho com as crianças poderá ter efeitos mais imediatos", nota Nuno Franco.
Os responsáveis associativos consideram "um mito" a insegurança no bairro. "É estigmatizante, apenas. Não me sinto mais insegura que em qualquer outra zona de Lisboa. O Intendente é apenas uma pequena parcela do bairro", justifica Inês Andrade. "Não há insegurança, há prostituição e algumas pessoas que se dedicam ao tráfico de droga", atira Nuno Franco, que sublinha o papel do IDT no projecto.
"É preciso ver que há gente em grandes dificuldades sociais. Mas essa parte não é da nossa competência. Achamos é que há condições para a criação de emprego, assim que a imagem do bairro seja transformada. O turismo poderá ajudar, pois propiciará a criação de novos espaços comerciais", antevê Nuno Franco.
"Se o projecto for bem sucedido, e temos razões para crer que sim, pois nem há sinais de atrasos, devendo avançar para concurso público em 2011, será de apostar na valorização do sector das artes e ofícios", corrobora Inês Andrade, que remata: "Poderemos ter uma infinidade de ateliers, já que o bairro tem muitas potencialidades. Resta saber como aproveitá-las, sem estragar a Mouraria."
sábado, 28 de novembro de 2009
Há Mouraria em São Salvador da Bahia
O bairro da Nazaré, que antigamente se escrevia com TH, desenvolveu-se em torno das freguesias de São Pedro, de Santana do Sacramento e, mais tarde, da freguesia de Nossa Senhora de Brotas, no centro de São Salvador da Bahia.
O conceito de bairro começou a surgir no final do século XIX.
Em torno deste bairro outras localidades, como o Jardim Baiano, a Saúde, a Mouraria e a Lapa, são consideradas por estudiosos como sub-bairros que fazem parte do bairro da Nazaré.
A MOURARIA
”No caso da Bahia, não foram mouros propriamente ditos, foram ciganos; mas isso é uma distinção que você está fazendo agora, na época, veio de fora, não era português, era mouro. Mouraria tem tudo a ver com o bairro da Mouraria lá, em Lisboa, dos judeus, como é um gueto, para usar uma palavra mais divulgada. O gueto dos judeus é a Mouraria dos mouros, é o lugar de confinamento dos moradores que eram maometanos.” (Prof. Cid Teixeira)
http://www.cidteixeira.com.br/
IGREJA DE SANTO ANTÔNIO DA MOURARIA
A igreja situa-se numa das esquinas da rua da Mouraria com a Av. Joana Angélica, antiga rua das Palmeiras. A igreja encontra-se ligeiramente elevada em relação à rua e possuía originalmente grande área lateral e posterior, que foi desmembrada e mais tarde construída. Sua vizinhança é formada por casas e edifício do início deste século, sem maior expressão arquitetônica. A rua da Mouraria, segundo F. Sérvulo Moreira Salgueiro, tem este nome por terem nela habitado os primeiros ciganos que por provisão do Conselho Ultramarino de 11/04/1718 vieram degredados de Portugal.
IGREJA DE NOSSA SENHORA DA SAÚDE E GLÓRIA
Situada na 2ª linha de colinas do sítio de Salvador, em local antigamente conhecido como Alvo. A igreja está isolada em três lados e se abre para um largo para onde convergem cinco ruas. Os sobrados que compõem a praça - séc. XIX - estão muito deteriorados e modificados. A igreja integra o sítio da Saúde, tombado pelo IPHAN e considerado zona de preservação rigorosa.
Edifício de notável mérito arquitetônico. Igreja de nave única, com corredores laterais e tribunas. Possui na parte baixa das paredes da nave e capela-mor importantes painéis de azulejos de Lisboa, da época de 1780/90, representando os quatros Evangelistas, os dois doutores da igreja, Coração de Jesus e N. S. das Dores. O Forro pintado é da autoria de Domingos da Costa Filgueira.
Retirado do site
http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/
O conceito de bairro começou a surgir no final do século XIX.
Em torno deste bairro outras localidades, como o Jardim Baiano, a Saúde, a Mouraria e a Lapa, são consideradas por estudiosos como sub-bairros que fazem parte do bairro da Nazaré.
A MOURARIA
”No caso da Bahia, não foram mouros propriamente ditos, foram ciganos; mas isso é uma distinção que você está fazendo agora, na época, veio de fora, não era português, era mouro. Mouraria tem tudo a ver com o bairro da Mouraria lá, em Lisboa, dos judeus, como é um gueto, para usar uma palavra mais divulgada. O gueto dos judeus é a Mouraria dos mouros, é o lugar de confinamento dos moradores que eram maometanos.” (Prof. Cid Teixeira)
http://www.cidteixeira.com.br/
IGREJA DE SANTO ANTÔNIO DA MOURARIA
A igreja situa-se numa das esquinas da rua da Mouraria com a Av. Joana Angélica, antiga rua das Palmeiras. A igreja encontra-se ligeiramente elevada em relação à rua e possuía originalmente grande área lateral e posterior, que foi desmembrada e mais tarde construída. Sua vizinhança é formada por casas e edifício do início deste século, sem maior expressão arquitetônica. A rua da Mouraria, segundo F. Sérvulo Moreira Salgueiro, tem este nome por terem nela habitado os primeiros ciganos que por provisão do Conselho Ultramarino de 11/04/1718 vieram degredados de Portugal.
IGREJA DE NOSSA SENHORA DA SAÚDE E GLÓRIA
Situada na 2ª linha de colinas do sítio de Salvador, em local antigamente conhecido como Alvo. A igreja está isolada em três lados e se abre para um largo para onde convergem cinco ruas. Os sobrados que compõem a praça - séc. XIX - estão muito deteriorados e modificados. A igreja integra o sítio da Saúde, tombado pelo IPHAN e considerado zona de preservação rigorosa.
Edifício de notável mérito arquitetônico. Igreja de nave única, com corredores laterais e tribunas. Possui na parte baixa das paredes da nave e capela-mor importantes painéis de azulejos de Lisboa, da época de 1780/90, representando os quatros Evangelistas, os dois doutores da igreja, Coração de Jesus e N. S. das Dores. O Forro pintado é da autoria de Domingos da Costa Filgueira.
Retirado do site
http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/
sábado, 14 de novembro de 2009
Projecto de Parque de Estacionamento na Rua dos Lagares contempla elevadores que vão unir esta rua da Mouraria à Graça

A Câmara de Lisboa quer criar quatro percursos pedonais servidos por meios mecânicos para melhorar a acessibilidade à colina do Castelo. O projecto, orçado em 12,5 milhões de euros, inclui a criação de mais de mil lugares de estacionamento.
A Câmara de Lisboa vai candidatar parte do projecto ao QREN e pretende pagar o restante com fundos do turismo e contrapartidas de promotores imobiliários.
Daqui a quatro anos, segundo as previsões do vereador do Urbanismo e Planeamento Estratégico da autarquia, será mais fácil visitar o Castelo de São Jorge e os restantes monumentos da colina. Nessa altura, a maioria dos desníveis existentes será vencida com o recurso a elevadores e escadas rolantes (que, sempre que possível, ficarão dissimulados no interior de edifícios municipais para diminuir o seu impacte visual) e na base dos novos caminhos haverá acesso facilitado a estações do Metropolitano de Lisboa e parques de estacionamento.
Daqui a quatro anos, segundo as previsões do vereador do Urbanismo e Planeamento Estratégico da autarquia, será mais fácil visitar o Castelo de São Jorge e os restantes monumentos da colina. Nessa altura, a maioria dos desníveis existentes será vencida com o recurso a elevadores e escadas rolantes (que, sempre que possível, ficarão dissimulados no interior de edifícios municipais para diminuir o seu impacte visual) e na base dos novos caminhos haverá acesso facilitado a estações do Metropolitano de Lisboa e parques de estacionamento.
Mas a criação dos quatro percursos pedonais destina-se não só aos turistas, mas também à população residente na zona que, como frisou ontem o vereador Manuel Salgado, é bastante envelhecida e tem dificuldades de locomoção. A medida pretende quebrar o isolamento dos moradores e dinamizar actividades económicas locais
In jornal Público
A Associação Renovar a Mouraria tem já na sua posse as imagens dos ditos projectos.
No que concerne à ligação da Rua dos Lagares com o bairro da Graça, o percurso pensado terá de ser feito no interior do bairro trazendo os visitantes através da Mouraria, o que poderá ser um pólo de atração das pessoas de Lisboa, e de turistas ao bairro que já tem tanto para oferecer.
Os elevadores a construir para a ligação com a Graça poderão ser de grande utilidade para os moradores, já que desembocam a poucos metros do Centro de Saúde que nos serve, facilitando a ida dos idosos às consultas.
O parque de estacionamento deverá servir os interesses por um lado dos moradores da freguesia, por outro de todos quantos se desloquem para utilizar os serviços do futuro Centro de Inovação da Mouraria, a construir ao abrigo do Plano QREN.
Aguardamos atentos desejando que os interesses da população sejam salvaguardados.
Mais alguns videos sobre a nossa Mouraria
Mouraria cantada pelo saudoso Fernando Maurício
Marcha da Mouraria 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Um jardim ao lado da Mouraria
Jardim Pùblico nos terrenos do Quartel da Graça
Uma unidade hoteleira entregue a privados e uma grande jardim público gerido pela Câmara Municipal de Lisboa podem surgir no Quartel da Graça.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, é o autor desta proposta que visa suspender a integração do quartel na "área de usos especiais", pois esta classificação inviabiliza a alteração ao seu uso original: "instalação para fins militares".
O quartel da Graça tem uma área aproximada de 26 000 metros quadrados e, além dos antigos edifícios militares, é composto por uma cerca e uma horta, que ocupam a maior parte do espaço. São estes terrenos que a Câmara Municipal e o Ministério da Defesa Nacional consideram ter "potencial para se tornar num espaço privilegiado de lazer, na sua vertente lúdica e cultural".
Como explica António Costa "a CML tem interesse em intervir na gestão, reabilitação e manutenção do espaço ao ar livre, de modo a tornar possível a sua fruição, quer pelos lisboetas, quer pelos visitantes".
O protocolo entre o Ministério da Defesa e a CML para a cedência de uso a "título precário "já foi redigido. Das várias condições é imposta a demolição de "construções dissonantes acrescentadas ao edifício do convento". Foi também acordado que a "área verde deverá ser objecto de projecto de recuperação, com possibilidade de uso público permitindo a ligação entre o miradouro da Graça e a Rua Damasceno Monteiro" e permitida a ocupação da cave para estacionamento de uso público.
O protocolo proporciona também o surgimento de uma unidade hoteleira neste local que é considerado monumento nacional desde 1910 .
Publicado in Diário de Notícias
Uma unidade hoteleira entregue a privados e uma grande jardim público gerido pela Câmara Municipal de Lisboa podem surgir no Quartel da Graça.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, é o autor desta proposta que visa suspender a integração do quartel na "área de usos especiais", pois esta classificação inviabiliza a alteração ao seu uso original: "instalação para fins militares".
O quartel da Graça tem uma área aproximada de 26 000 metros quadrados e, além dos antigos edifícios militares, é composto por uma cerca e uma horta, que ocupam a maior parte do espaço. São estes terrenos que a Câmara Municipal e o Ministério da Defesa Nacional consideram ter "potencial para se tornar num espaço privilegiado de lazer, na sua vertente lúdica e cultural".
Como explica António Costa "a CML tem interesse em intervir na gestão, reabilitação e manutenção do espaço ao ar livre, de modo a tornar possível a sua fruição, quer pelos lisboetas, quer pelos visitantes".
O protocolo entre o Ministério da Defesa e a CML para a cedência de uso a "título precário "já foi redigido. Das várias condições é imposta a demolição de "construções dissonantes acrescentadas ao edifício do convento". Foi também acordado que a "área verde deverá ser objecto de projecto de recuperação, com possibilidade de uso público permitindo a ligação entre o miradouro da Graça e a Rua Damasceno Monteiro" e permitida a ocupação da cave para estacionamento de uso público.
O protocolo proporciona também o surgimento de uma unidade hoteleira neste local que é considerado monumento nacional desde 1910 .
Publicado in Diário de Notícias
Parece que este jardim poderá ter uma entrada perto da Rua dos Lagares.Aguarda-se confirmação.Confirma-se de que irá nascer aí um novo silo automóvel.Novo jardim já está anunciado públicamente
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Três novos videos sobre a Mouraria
Da Graça á Mouraria
Um video a escutar com atenção
Verso para um sorriso mágico
Rosa Amélia
Nascida na Figueira da Foz, em Buarcos, foi na Mouraria que Rosa se fez mulher.
Nela viveu sempre o fado, as marchas, e o Mar.
Uma homenagem a essa grande senhora peixeira de profissão, fadista de coração
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Um bairro a precisar de intervenção urgente

Após as eleições, novos tempos se avizinham, sem margem para dúvida.
Iremos a partir de agora dar conta do que vai acontecendo no bairro, mais bonito de Lisboa.
Uma das razões de ser da Associação Renovar a Mouraria, é a necessidade de alertar para os problemas do bairro, chamando a atenção das entidades competentes.
Por isso falemos deles:
Na Rua da Amendoeira nº 15 A, no interior deste edificio existe um muro no quintal que ameaça ruir, e magoar os que lá vivem.
Precisa-se de uma intervenção rápida da Câmara.
Precisa-se de uma intervenção rápida da Câmara.
Na Calçada Agostinho de Carvalho, só existe uma boca de incêndio, e no entanto, muitos dos prédios servem de armazéns de todo o tipo de artigos inflamáveis, pondo em risco os que lá vivem. Pede-se uma análise do problema por parte da Cãmara.
O lixo acumula-se diáriamente junto ao antigo chafariz da Rua do Benformoso, dando uma triste imagem do bairro.
Falta de civismo de quem o pôe lá, não só imigrantes mas também os outros moradores do bairro.
Precisa-se de uma urgente campanha de sensibilização, por parte da Junta de Freguesia.
Falta de civismo de quem o pôe lá, não só imigrantes mas também os outros moradores do bairro.
Precisa-se de uma urgente campanha de sensibilização, por parte da Junta de Freguesia.
O prédio do Largo das Olarias 35 - 42, ameaça ruína, há muitos anos. A situação tem vindo a agravar-se. Mais um inverno se aproxima, e a situação só vai piorar.
Parte do prédio está desabitado, e por isso os moradores para evitar as chuvas recorreram a plásticos que conduzem a água da chuva para o exterior.
Podem-se ver os estragos provocados no prédio, vendo o interior da Tasquinha sita no r/c, e que é um dos ex -libris do nosso bairro.
Pede-se à Câmara que actue através de uma vistoria, com a maior brevidade, e que faça algo por este edifício.
Gostaríamos também de saber, porque é que o prédio nº 81,da Calçada de Sto André está fechado, emparedado, sendo pertença da Câmara Municipal.
A mesma estranheza para o prédio sito na Rua dos Lagares, nº 47 a 55, que se encontra fechado há anos, mas cujo pedido de licenciamento data de 2007.
Todos estes prédios se sofressem intervenção poderiam albergar largas dezenas de famílias, e darem mais vida ao bairro.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
A Petição on line continua
Apoie a Mouraria
Assine a Petição
Senhor Presidente da República
Senhor Primeiro-ministro
Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Senhora Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
O nome Mouraria remonta a 1170, época de D. Afonso Henriques, quando o monarca deu foral aos mouros de Lisboa e concedeu esta zona aos mouros vencidos.Pela encosta estende-se um emaranhado de ruas, ruelas, travessas, becos e largos com uma beleza única, um valor histórico e uma diversidade cultural inigualável.
Porém, e por incrível que pareça, esta pérola no centro de Lisboa está abandonada, suja, degradada, moralmente abatida, em nada contribuindo para a fotografia do turista que passa…Bairro com mais de 5.000 habitantes, muitos deles vivendo em condições desumanas, com problemas de salubridade e de recolha de lixos, tráfico e consumo de droga a céu aberto, fraco policiamento, ausência de jardins e espaços infantis, entre outros graves problemas.
A Mouraria continua na mesma: sem rei nem roque!Um vasto património sofre a sua degradação. A questão urbanística é uma das mais prementes. Largas dezenas de prédios a precisar de uma intervenção urgente, dezenas de outros entaipados, obras paradas, são o espelho de um bairro esquecido.
Património esquecido é também o fado: o bairro que o viu nascer não tem uma casa que o dignifique.Os idosos constituem a larga maioria dos habitantes e os jovens vêem-se obrigados a abandonar o bairro por falta de condições.Pela sua história, localização, beleza e diversidade, a Mouraria apresenta um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar.Esta situação é inaceitável: afecta a cidade e as pessoas que nela habitam, bem como a imagem da capital do nosso país.
Conscientes de que este pedido se fundamenta no exercício de uma cidadania empenhada e participativa, os signatários esperam de vossas excelências a tomada de medidas para a reabilitação e revitalização da Mouraria, com a urgência que a gravidade da situação justifica.
A Mouraria continua na mesma: sem rei nem roque!Um vasto património sofre a sua degradação. A questão urbanística é uma das mais prementes. Largas dezenas de prédios a precisar de uma intervenção urgente, dezenas de outros entaipados, obras paradas, são o espelho de um bairro esquecido.
Património esquecido é também o fado: o bairro que o viu nascer não tem uma casa que o dignifique.Os idosos constituem a larga maioria dos habitantes e os jovens vêem-se obrigados a abandonar o bairro por falta de condições.Pela sua história, localização, beleza e diversidade, a Mouraria apresenta um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar.Esta situação é inaceitável: afecta a cidade e as pessoas que nela habitam, bem como a imagem da capital do nosso país.
Conscientes de que este pedido se fundamenta no exercício de uma cidadania empenhada e participativa, os signatários esperam de vossas excelências a tomada de medidas para a reabilitação e revitalização da Mouraria, com a urgência que a gravidade da situação justifica.
se nos quiser enviar a sua opinião ou sugestão
escreva para:renovaramouraria@gmail.com
muitas pessoas têm dado a sua opnião quando subscrevem a petição On line
Envie-nos um mail se estiver interessad@em juntar-se à equipa de trabalho
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
CCM - Centro Comercial da Mouraria
Uma instalação de
Luciana Fina
e Moritz Elbert

Há movimento na Mouraria
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=23840&idpod=21079&formato=wmv&pag=recentes&escolha
Bairro multicultural por excelência, a Mouraria revela-se como bairro em movimento perpétuo de gentes, credos, sabores e saberes nesta reportagem da RTP 1 para o programa 30 minutos de 13 Jan 2009 que acompanhámos ao longo de 3 dias durante as filmagens
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