
terça-feira, 23 de março de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Por Carlos Filipe in Jornal Público de 8 de Fevereiro 2010
Associação Renovar a Mouraria faz voluntariado para a população do alto de um quinto andar e garante que o bairro não é mais inseguro do que qualquer outra zona da cidade lisboeta
Inês Andrade é formadora de professores, Nuno Franco está desempregado. Ambos habitam na Mouraria, bairro ao qual cedem horas em prol de uma população multicultural desfavorecida como não há igual em Lisboa. Esta zona degradada da cidade aguarda por uma transformação que promete mudar a sua face obscura. É por isso que lutam, quando há dois anos lideraram um movimento que se organizou na associação sociocultural Renovar a Mouraria.
Há gente um pouco de todo o lado. "Até do Porto", dizem Inês e Nuno, orgulhosos. Em busca de informações e dos mais variados tipos de ajuda, muitos moradores do bairro acedem a pé, a custo, à sede da associação, num alto quinto andar na Rua da Mouraria, com vista desafogada para o Martim Moniz.
Parte do bairro vai ser objecto de requalificação. O projecto, aprovado pela câmara e pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, orça em sete milhões de euros, metade dos quais inscritos no Quadro de Referência Estratégico Nacional. É o que anima os voluntários, que sempre trabalharam com esse objectivo. Há dois anos, assim que o presidente da autarquia aceitou o desafio, travaram uma petição que tinha como primeiro destinatário o Presidente da República. O texto, que ainda recolheu quatro mil adesões, chamava a atenção para essa "pérola" no centro de Lisboa, "abandonada, suja, degradada, moralmente abatida, em nada contribuindo para a fotografia do turista que passa", mas que "pela sua história, localização, beleza e diversidade" apresenta "um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar."
Criar emprego
O projecto A Mouraria - As Cidades Dentro da Cidade, desenvolvido em parceria pela câmara, a associação Casa da Achada, a EPUL e o Instituto da Droga e Toxicodependência, é para a Renovar a Mouraria motivo de orgulho. Inês e Nuno fazem uma pausa, olham-se e concordam: "Pressionámos um bocado, mas conseguimos. Estamos no terreno, ouvimos e sentimos a população. E a verdade é que fomos ouvidos. As ideias que transmitimos têm criado uma espécie de bola de neve."
A intervenção no espaço público mudará a face do bairro na Rua do Capelão, desde o Largo da Achada até ao Largo do Intendente. "Somos parceiros de dinamização sociocultural", assume Nuno Franco, que destaca as infra-estruturas para jovens e idosos, como complemento para ocupação dos tempos livres. "Mas há também o espaço para a indústria criativa, mais tarde um espaço museológico como a casa-museu da Severa", acrescenta Inês Andrade, enfatizando a tradição fadista do bairro. "O projecto ajudará a mudar a imagem do bairro, melhorará a auto-estima das pessoas, e o trabalho com as crianças poderá ter efeitos mais imediatos", nota Nuno Franco.
Os responsáveis associativos consideram "um mito" a insegurança no bairro. "É estigmatizante, apenas. Não me sinto mais insegura que em qualquer outra zona de Lisboa. O Intendente é apenas uma pequena parcela do bairro", justifica Inês Andrade. "Não há insegurança, há prostituição e algumas pessoas que se dedicam ao tráfico de droga", atira Nuno Franco, que sublinha o papel do IDT no projecto.
"É preciso ver que há gente em grandes dificuldades sociais. Mas essa parte não é da nossa competência. Achamos é que há condições para a criação de emprego, assim que a imagem do bairro seja transformada. O turismo poderá ajudar, pois propiciará a criação de novos espaços comerciais", antevê Nuno Franco.
"Se o projecto for bem sucedido, e temos razões para crer que sim, pois nem há sinais de atrasos, devendo avançar para concurso público em 2011, será de apostar na valorização do sector das artes e ofícios", corrobora Inês Andrade, que remata: "Poderemos ter uma infinidade de ateliers, já que o bairro tem muitas potencialidades. Resta saber como aproveitá-las, sem estragar a Mouraria."
sábado, 28 de novembro de 2009
Há Mouraria em São Salvador da Bahia
O conceito de bairro começou a surgir no final do século XIX.
Em torno deste bairro outras localidades, como o Jardim Baiano, a Saúde, a Mouraria e a Lapa, são consideradas por estudiosos como sub-bairros que fazem parte do bairro da Nazaré.
A MOURARIA
”No caso da Bahia, não foram mouros propriamente ditos, foram ciganos; mas isso é uma distinção que você está fazendo agora, na época, veio de fora, não era português, era mouro. Mouraria tem tudo a ver com o bairro da Mouraria lá, em Lisboa, dos judeus, como é um gueto, para usar uma palavra mais divulgada. O gueto dos judeus é a Mouraria dos mouros, é o lugar de confinamento dos moradores que eram maometanos.” (Prof. Cid Teixeira)
http://www.cidteixeira.com.br/
IGREJA DE SANTO ANTÔNIO DA MOURARIA
A igreja situa-se numa das esquinas da rua da Mouraria com a Av. Joana Angélica, antiga rua das Palmeiras. A igreja encontra-se ligeiramente elevada em relação à rua e possuía originalmente grande área lateral e posterior, que foi desmembrada e mais tarde construída. Sua vizinhança é formada por casas e edifício do início deste século, sem maior expressão arquitetônica. A rua da Mouraria, segundo F. Sérvulo Moreira Salgueiro, tem este nome por terem nela habitado os primeiros ciganos que por provisão do Conselho Ultramarino de 11/04/1718 vieram degredados de Portugal.
IGREJA DE NOSSA SENHORA DA SAÚDE E GLÓRIA
Situada na 2ª linha de colinas do sítio de Salvador, em local antigamente conhecido como Alvo. A igreja está isolada em três lados e se abre para um largo para onde convergem cinco ruas. Os sobrados que compõem a praça - séc. XIX - estão muito deteriorados e modificados. A igreja integra o sítio da Saúde, tombado pelo IPHAN e considerado zona de preservação rigorosa.
Edifício de notável mérito arquitetônico. Igreja de nave única, com corredores laterais e tribunas. Possui na parte baixa das paredes da nave e capela-mor importantes painéis de azulejos de Lisboa, da época de 1780/90, representando os quatros Evangelistas, os dois doutores da igreja, Coração de Jesus e N. S. das Dores. O Forro pintado é da autoria de Domingos da Costa Filgueira.
Retirado do site
http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/
sábado, 14 de novembro de 2009
Projecto de Parque de Estacionamento na Rua dos Lagares contempla elevadores que vão unir esta rua da Mouraria à Graça

Daqui a quatro anos, segundo as previsões do vereador do Urbanismo e Planeamento Estratégico da autarquia, será mais fácil visitar o Castelo de São Jorge e os restantes monumentos da colina. Nessa altura, a maioria dos desníveis existentes será vencida com o recurso a elevadores e escadas rolantes (que, sempre que possível, ficarão dissimulados no interior de edifícios municipais para diminuir o seu impacte visual) e na base dos novos caminhos haverá acesso facilitado a estações do Metropolitano de Lisboa e parques de estacionamento.
No que concerne à ligação da Rua dos Lagares com o bairro da Graça, o percurso pensado terá de ser feito no interior do bairro trazendo os visitantes através da Mouraria, o que poderá ser um pólo de atração das pessoas de Lisboa, e de turistas ao bairro que já tem tanto para oferecer.
Os elevadores a construir para a ligação com a Graça poderão ser de grande utilidade para os moradores, já que desembocam a poucos metros do Centro de Saúde que nos serve, facilitando a ida dos idosos às consultas.
O parque de estacionamento deverá servir os interesses por um lado dos moradores da freguesia, por outro de todos quantos se desloquem para utilizar os serviços do futuro Centro de Inovação da Mouraria, a construir ao abrigo do Plano QREN.
Aguardamos atentos desejando que os interesses da população sejam salvaguardados.
Mais alguns videos sobre a nossa Mouraria
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Um jardim ao lado da Mouraria
Uma unidade hoteleira entregue a privados e uma grande jardim público gerido pela Câmara Municipal de Lisboa podem surgir no Quartel da Graça.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, é o autor desta proposta que visa suspender a integração do quartel na "área de usos especiais", pois esta classificação inviabiliza a alteração ao seu uso original: "instalação para fins militares".
O quartel da Graça tem uma área aproximada de 26 000 metros quadrados e, além dos antigos edifícios militares, é composto por uma cerca e uma horta, que ocupam a maior parte do espaço. São estes terrenos que a Câmara Municipal e o Ministério da Defesa Nacional consideram ter "potencial para se tornar num espaço privilegiado de lazer, na sua vertente lúdica e cultural".
Como explica António Costa "a CML tem interesse em intervir na gestão, reabilitação e manutenção do espaço ao ar livre, de modo a tornar possível a sua fruição, quer pelos lisboetas, quer pelos visitantes".
O protocolo entre o Ministério da Defesa e a CML para a cedência de uso a "título precário "já foi redigido. Das várias condições é imposta a demolição de "construções dissonantes acrescentadas ao edifício do convento". Foi também acordado que a "área verde deverá ser objecto de projecto de recuperação, com possibilidade de uso público permitindo a ligação entre o miradouro da Graça e a Rua Damasceno Monteiro" e permitida a ocupação da cave para estacionamento de uso público.
O protocolo proporciona também o surgimento de uma unidade hoteleira neste local que é considerado monumento nacional desde 1910 .
Publicado in Diário de Notícias
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Três novos videos sobre a Mouraria
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Um bairro a precisar de intervenção urgente

Precisa-se de uma intervenção rápida da Câmara.
Falta de civismo de quem o pôe lá, não só imigrantes mas também os outros moradores do bairro.
Precisa-se de uma urgente campanha de sensibilização, por parte da Junta de Freguesia.
O prédio do Largo das Olarias 35 - 42, ameaça ruína, há muitos anos. A situação tem vindo a agravar-se. Mais um inverno se aproxima, e a situação só vai piorar.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
A Petição on line continua
Apoie a Mouraria
Assine a Petição
Senhor Presidente da República
Senhor Primeiro-ministro
Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa
Senhora Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa
A Mouraria continua na mesma: sem rei nem roque!Um vasto património sofre a sua degradação. A questão urbanística é uma das mais prementes. Largas dezenas de prédios a precisar de uma intervenção urgente, dezenas de outros entaipados, obras paradas, são o espelho de um bairro esquecido.
Património esquecido é também o fado: o bairro que o viu nascer não tem uma casa que o dignifique.Os idosos constituem a larga maioria dos habitantes e os jovens vêem-se obrigados a abandonar o bairro por falta de condições.Pela sua história, localização, beleza e diversidade, a Mouraria apresenta um potencial habitacional, cultural e artístico, de lazer e turístico, que é urgente valorizar.Esta situação é inaceitável: afecta a cidade e as pessoas que nela habitam, bem como a imagem da capital do nosso país.
Conscientes de que este pedido se fundamenta no exercício de uma cidadania empenhada e participativa, os signatários esperam de vossas excelências a tomada de medidas para a reabilitação e revitalização da Mouraria, com a urgência que a gravidade da situação justifica.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
CCM - Centro Comercial da Mouraria
Uma instalação de
Luciana Fina
e Moritz Elbert

http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=23840&idpod=21079&formato=wmv&pag=recentes&escolha
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Dois Anos a Renovar


Participação no Desfile do 25 Abril


A Ass. Renovar a Mouraria...... aposta numa festa popular com melhor qualidade. Bandas e Dj assumem a noite no espaço... e até os peticos são mais elaborados......
A música que ecoa ao longe foge da vulgaridade pimba, sem perder a animação que se pede nestas alturas....
Nasceram na Mouraria uns santos populares alternativos."
In Jornal SOL



o fado de volta ao bairro
As Jornadas do Património
nos dias 27 e 28 de Setembro
Veja tudo em
http://sites.google.com/site/renovaramouraria/actividades
sábado, 10 de maio de 2008
Noticias nos orgãos de Informação
Fevereiro - jornal METRO
(primeira notícia sobre o movimento)
Moradores da Mouraria denunciam degradação
10 de Março - Jornal METRO
( reportagem feita na Mouraria, connosco)
(Notícia do Desfile no bairro com os Farra Fanfarra,
1º noite de Fado, e Música Tradicional)
Portugal em Directo
2 de Abril - RTP 1
(http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=19455&idpod=12763)
Freguesia do Socorro
(reportagens sucessivas depois dos jornais virem à Mouraria)
(reportagem despoletada por uma denuncia feita por nós)
Moradores temem desabamento de prédio
4 de Abril - Público
Bom Dia Portugal
( Directo sobre o prédio em risco de ruina)
Berço do Fado pede Vida Nova
O bairro mais cosmopolita de Lisboa
( nova reportagem sobre imigração)
( a mesma coisa originada pela vinda da imprensa por
causa do prédio em ruina)
(reportagem connosco sobre os problemas do Bairro)
Câmara junta 140 milhões para
Alfama,Mouraria,Intendente
Maio 2008 - Público
Câmara está a analisar o condicionamento
de tráfego entre Largo de S.Cristóvão
e Convento de Santo Antão o Velho
2 de Junho - Publico
Mouraria: ainda há quem acredite
na reabilitação
25 de Junho - Público
Reabilitação da Mouraria: excelente ideia
foi chumbada
26 de Junho - Público
Reabilitação da Mouraria vai regressar
à Câmara mas antes tenta o Parlamento
27 de Junho - Público
Direito à expectativa na Mouraria
3 de Julho - Jornal de Notícias
Municipes protestam em
reunião da CML
4 de Julho - Destak
Deputados em bloco a favor
da discussão da Mouraria
16 de Julho - Público
Um bairro, 11 mil estrangeiros, 25 nacionalidades. Num único prédio, encontramos os sons e os cheiros que nos chegam de vários continentes e que nos foram trazidos por imigrantes que escolheram a Mouraria para viver. O berço do fado é agora um dos lugares mais cosmopolitas da cidade de Lisboa. Já mal se ouve falar português, e as músicas são outras. "Vizinhos do Mundo" é uma grande reportagem de Rita Costa com sonoplastia de Herlander Rui.
http://tsf.sapo.pt/Programas/programa.aspx?content_id=917979&audio_id=1036158
Espaço Ambijovem aposta na prevenção da toxicodependencia
Novembro - Jornal de Lisboa
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Da nossa história

Associação Renovar a Mouraria
O Objecto Social da nossa Associação expressa-se nos seguintes pontos:
- Promoção de uma cultura de inclusão social social e de prevenção da violência;
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Ai Mouraria!

Rua João do Outeiro
( obras paradas )
Beco da Guia
( há mais de uma década à espera que as obras comecem )
Beco da Guia
( reparar que o prédio está sustentado por cabos de aço,
também há mais de uma década)
Calçada de Sto André
( é assim que se vive na Mouraria, em alguns prédios )
Rua da Mouraria ( Martim Moniz )
( Este prédio está sem solução há mais de uma década também.
As obras estão paradas há mais de um ano)
Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
Rua do Benformoso
( o chafariz sem água, e o lixo que se espalha por todo o bairro)
Rua do Terreirinho
( Prédio já sem telhado)
Rua dos Cavaleiros
(património ameaçado)
Quinta do Coleginho
( desocupada, ao abandono, o local que falta para um verdadeiro espaço de lazer, para as nosssas crianças)
(Conjunto de prédios presos por cabos de aço, e em ruínas sem solução há décadas )
Isto sem esquecer o Largo do Intendente Pina Manique sem solução à vista, o Palácio da Rosa totalmente ao abandono, e o seu largo onde existe um dos poucos lavadouros públicos, que foi restaurado mas está devotado ao abandono, um dos últimos e típicos Jogos da Laranjinha em Lisboa em degradação, dezenas e dezenas de prédios a cair, a Igreja de S. Lourenço, inacabada, ausência de jardins, planos de reabilitação abandonados, lixo por todo o lado, comércio deprimido ou quase ausente, falta de lugares para estacionar, ruas bloqueadas ao trânsito por causa das barreiras da EMEL, como na Rua da Costa do Castelo, e um sem fim de problemas.
A isto dizemos: BASTA!
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Contributos
Christian Cunha
Sou residente na Mouraria e subscrevo inteiramente esta petição. Tambem celebro o facto de saber que existem iniciativas crescentes que contrariam a teoria de que a Sociedade Civil está acomodada e não participa!
Tiago Fernandes
Ola amigos, recebi esta petiçao de um amigo que vive em Pernambuco e que sabe que eu tambem apesar de ser italiano, vivo na Mouraria tambem ja ha algum tempo...Assinei, aprovo e apoio moralmente o vosso empenho, e se for possivel tambem gostava de ajudar um dia, concretamente!tenho tido ultimamente algumas ideias sobre como revitalizar o espaço, nomeadamente, a zona das escadas, e da praçeta na rua da Achada...com actividades culturais mesmo na rua...ou seja nas escadinhas..nao sei se é o caso mas eventualmente um dia destes poderia ser bom debater sobre isso com voçes.Mando um abraço.
Francesco Valente.
Urgente apoiar totalmente tudo o que vise a valorização da nossa população, crianças, idosos, etc., o nosso património identitário, urgente cuidar daquilo que é único no mundo e tão belo em Portugal, despertar o amor das novas gerações pela beleza do país em que nos calhou viver.
Mónica Roncom
Todo o ser humano tem direito a viver num habitat condigno. Um Governo que se descure de providenciar essas condições a uma comunidade está, no mínimo por negligência, a violar vários direitos humanos consagrados pelo Pacto Internacional para os direitos Económicos, Sociais e Culturais dos Povos.
Luís Araújo
A reabilitação é URGENTÍSSIMA. Adiá-la ainda mais será mais um crime contra a memória histórica e cultural que aquele bairro representa.
Isabel Santos
A descaracterização arquitectónica da Mouraria é o que salta mais à vista e fere quem ama Lisboa e os seus Bairros históricos, mas a degradação social oculta é o que é prioritário resolver de uma forma sustentada e sobretudo com muito Amor fraternal!
Nuno Manuel Faria
É vergonhoso o estado a que os poderes deixaram chegar um bairro que simboliza uma das mais antigas memórias culturais e históricas do país. Actualmente é um misto de montureira e estaleiro abandonado. Poderia ser um fantástico polo de atracção para o turismo cultural. Sugiro a sua recuperação com a «pincelada» mourisca que se impõe, tanto na Mouraria como em Alfama. Veja-se o que os Espanhóis fizeram, por ex., nos velhos bairros árabes de Granada. Há que criar na Mouraria, sem esquecer as necessidades da população, um pequeno museu da memória árabe, espaços verdes, etc., etc.
Adalberto Alves
A Mouraria com Alfama são as pérolas de Lisboa. A degradação é uma vergonha. Reabilitação por favor.
Liliane Moors
Todos por uma continuidade da história
Florbela Acto Costa

